O que você sabe sobre fundos de investimentos? Aprenda um pouco mais neste post.

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1 – Como se classificam os Fundos comercializados no Brasil?

Segundo a ANBID (Associação Nacional dos Bancos de Investimento e Desenvolvimento) os fundos dividem-se em quatro categorias: Fundos de Investimento, Fundos de Aposentadoria, Fundos Mútuos de Privatização e Fundos Off-Shore.

2 – Como se divide a categoria Fundos de Investimento?
Fundos Referenciados, Fundos de Renda Fixa, Fundos Balanceados, Fundos Multimercados, Fundos de Capital Protegido, Fundos de Investimento no Exterior, Fundos de Ações, Fundos de Investimento Imobiliário.

3 – Quais são as principais aplicações em Renda Fixa?
Caderneta de Poupança, Fundos de Renda Fixa e CDB (Certificado de Depósito Bancário) .

4 – Como funciona a Caderneta de Poupança?
É uma modalidade de investimento em renda fixa dado que garante ao investidor, no dia do aniversário da aplicação, a remuneração da TR (taxa referencial) + 0,5% para taxa de juros (SELIC) até 8,5% ao ano. Quando a SELIC fica abaixo deste valor a poupança automaticamente passa a render 70% da taxa SELIC + TR ao ano. É isenta de IR, não há taxa de administração e é garantida pelo Fundo Garantidor de Crédito. Os recursos poupados em Caderneta de Poupança ajudam o governo a financiar, por exemplo, as linhas de crédito habitacional da Caixa Econômica Federal.

5 – Quais as características dos Fundos de Renda Fixa?
São fundos de investimento financeiros exclusivos (FIFE) compostos pela divisão em quotas do patrimônio líquido do fundo. Geralmente, aplicam mais de 90% dos recursos em Títulos do Tesouro Nacional em função do baixíssimo risco de calote. São divididos em fundos de curto prazo e longo prazo cada um com alíquotas específicas de Imposto de Renda que incide sobre a rentabilidade obtida. A instituição financeira cobra do investidor a taxa de administração pela gestão dos recursos.

6 – O que são os CDB’s?
Os CDB’S (Certificados de Deposito Bancário) são aplicações em renda fixa que podem variar de 180 dias até 15 anos. São garantidos pelo Fundo Garantidor de Crédito e possuem a vantagem de não haver a cobrança da taxa de administração. É uma modalidade que vêm ganhando a preferência de vários investidores pela simplicidade na aplicação. A tributação de IR incide sobre a rentabilidade obtida e varia com o prazo do papel contratado.

7 – O que é a taxa de administração cobrada pelas instituições que gerenciam fundos?
A taxa de administração é a remuneração cobrada pela instituição gestora dos fundos nela existentes pela responsabilidade em gerir o patrimônio de cada fundo e as estratégias de aplicações dos recursos. Em geral, os fundos que exigem volume de investimentos maiores cobram taxas menores, portanto, uma dica: cuidado com os fundos que exigem aplicação inicial baixa (ex: R$ 100,00, R$ 300,00); a taxa de administração pode “corroer” boa parte da rentabilidade, por isso, é conhecida como “come-quotas”.

 8 – Como funciona o Fundo Garantidor de Crédito?
É um fundo privado formado pela adesão compulsória das instituições financeiras e as associações de poupança e empréstimo em funcionamento no País – não contemplando as cooperativas de crédito e as seções de crédito das cooperativas. O FGC tem por objetivos prestar garantia de créditos contra instituições dele associadas, nas hipóteses de decretação da intervenção, liquidação extrajudicial ou falência da associada e ainda pelo reconhecimento, pelo Banco Central do Brasil, do estado de insolvência da associada. Tem o limite de cobertura de R$ 250.000,00 contra a mesma instituição associada, ou contra todas as instituições associadas do mesmo conglomerado financeiro, por pessoa.

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